domingo, 12 de abril de 2009

sexo/blog

Ontem nos noticiários referiam que muitas Senhoras escreviam em blogs com pseudónimos e que este era um campo já muito explorado, mas ainda assim numa fase de crescimento.
Também há muitos homens a escreverem e expressarem os seus pensamentos. Aqui publicamos o que queremos. Não há censura, mas há o direito de resposta de concordarem ou não com certas publicações. Modos de ver e entender a vida de todos os dias, a política, a religião etc.
Parece-me ser uma realidade e não uma ficção.Encontrei amigos de verdade por aqui e sempre acabo por me preocupar com eles, as suas vidas e os seus problemas.
Encontrei poetas que desconhecia totalmente.
Li e cultivei o meu conhecimento com opiniões dispersas e diferentes do que estava habituado.
Não quero entrar no mundo de sexo masculino nem feminino pois aí os assuntos são tratados nisso, por isso e sempre e só com isso........./................
O sexo é bom, mas tudo o que é demais enjoa e parece mal. Depois como poderemos dar valor a alguma coisa quando acabamos em saturação ?
O homem é o único animal que tem o sexo na própria cabeça.
Não o procura quando precisa, mas sempre. Desejando-o e vivendo-o como se mais nada fosse bom ou melhor que isso.
Claro que esta é a minha opinião. Tenho o direito de expressá-la.
Ninguém é obrigado a concordar comigo.
Sei também que muitos se pudessem me batiam e me mandariam calar.
Apenas quero dizer que me referi apenas aqueles blogues que vendem sexo para todo o mundo ver e se deixar andar.
Pronto ! Vou deixar este assunto encerrado.
Mas porque não falamos de Amor...?
Agora fiquei sem palavras diante deste tema.
Pensava eu que amor era o mesmo de sexo. Não é não....../.... !
O amor vem cá de dentro.
Não se vende nem se compra. Vive-se. E quanto mais se dá, mais ainda se quer dar.
O amor não é possessivo, invejoso, desconfiado, a prazo, de certas idades ou classes..../....
Como o amor é importante na vida de cada pessoa.
Poderei viver sem pão mas sem amor nunca !
Os homens lutam por dinheiro e poder, mas morrem sem nada ter. Porem os que vivem por amor mesmos mortos continuam com valor e a ensinar ao mundo toda a beleza do ser.
Se alguns erros fiz na minha vida este terá sido o maior:
«ensinei os meus filhos a amar com respeito e dedicação começando pela família e acabando nos outros sem cor, raça ou nação»