domingo, 12 de julho de 2009

Uma roseira bravia
Perdida sem fidalguia
Seu aroma emanava
E a todos convidava
A sua beleza descobrir
E com ela se vestir
Com amor e simplicidade
Nos princípios da verdade
Da bondade e mansidão.
Mas ninguem quiz entender
Nem parar só para ver
Tão simples e grande lição
Tão directa ao coração.
Andando sempre a correr
Sem sentido nem razão
Nunca se vai encontrar
Aquele amor verdadeiro
Que nos enche por inteiro
E a vida nos faz amar.

luiscoelho