domingo, 30 de agosto de 2009

Ondas do Mar

Olhei o mar na sua imensidão
Os meus olhos seguiram as ondas
O ondular da água em corrente
Vi-o rebolar-se na areia fina e quente
Perguntei-me o porquê do movimento
A toda a hora e todo o momento.
Com o mar me rebolei e me embriaguei
Seguindo-lhe os movimentos na areia
Fui ao fundo escuro e voltei à tona
Naveguei sem remo nem dona
Perdido na imensidão da água
Vi no mar em luta na minha mágoa
Vi a dor de nada mais poder fazer
Contra as vagas grandes a valer.
Relembrando este mar encantado
Supliquei que me deixe sossegado
Nestes dias que temos para viver.
luiscoelho