terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sono

O sono bate-me à porta
Não sei recusá-lo
Esconder-me dele.
Jogamos partidas
Algumas divertidas
Vou abrindo os olhos
Mas ele fecha-os.
O cansaço vai crescendo
A boca bocejando
E os olhos chorando.
Parece que vou resistir
E continuar a lutar
Quero um poema concluir
Será que vou conseguir?
Parece já um jogo de tracção
Ele tomba para lá e eu para cá
Deu-me mais uma lição
Tem razão, nós somos humanos.
Fechei as persianas dos olhos
Boa noite.
luiscoelho